quinta-feira, 18 de março de 2010

Texto de Thiago Almeida

Estava deitado despreocupado com a vida esperando o jogo do Fortaleza começar, quando do nada o telefone toca, era o Sargento Pereira dizendo que ocorreu uma fatalidade na rua 13 de março, um grande amigo meu estava morto. Fui desesperado ver quem era, quando vi era Lindomar da Fonseca morto a facadas por causa de uma briga de bar. Perguntei ao Sargento se tinha pegue o assassino e ele não deu a mínima para minha pergunta, fiquei desolado e triste, pensando como há tanta impunidade nesse nosso país.
Pensei em fazer justiça com as próprias mãos, mas refleti bem, filosofei um pouco até chegar o consenso de que não adiantaria nada, pois acabaria eu sendo covarde e fora da lei, resolvi esperar pela justiça. Depois de dois meses e nada do criminoso ser achado, então chamei vários amigos do Lindomar pra tomar uma e conversar sobre o caso, lá resolvemos sim que iríamos atrás do pilantra e caçá-lo até a morte.
Oito meses depois, exatamente no dia vinte e cinco de junho foi onde matamos o assassino, o nome dele era Francisco Neto conhecido como Chiquinho, tudo aconteceu no bar onde Chiquinho estava tomando umas “morto” de feliz, quando eu e mais dois amigos de Lindomar o avistamos, não pensamos duas vezes e matamos ele a facadas, que nem o mesmo fez com o nosso grande amigo Lindomar,
E assim foi a vingança da morte de Lindomar, apesar de nos arriscarmos violentamente, conseguimos curar um pouco da dor da grande perda de Lindomar ou pequeno mestre como era conhecido pelos amigos.

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