segunda-feira, 1 de março de 2010

Texto de Paula Joly


Dona Florinda estava muito perturbada naquele dia, corria de um lado para o outro procurando alguma coisa, que talvez até ela já tivesse esquecido o que era de tão afoita que estava. De repente achou a lista telefônica, ligou para o hospital e disse:

- MANDEM JÁ UMA AMBULÂNCIA!! MINHA PRISCILA ESTÁ TENDO UM INFARTO. SOCORRO, SOCOROO.

Nesse exato momento, a recepcionista do hospital mandou a ambulância e chamou o doutor Carlos para ir direto à emergência. Este imediatamente chamou sua anestesista Lara e as auxiliares Larissa e Beatriz, e todos ficaram esperando a chegada da ambulância para socorrer a Priscila.

Ao chegar a casa de Dona Florinda, os paramédicos tiraram logo a maca e entraram na casa seguindo D. Florinda. Ao entrar no quarto onde se encontrava Priscila, o primeiro médico achou estranho, mas logo começou a imobilizá-la; o segundo achou muito estranho e se recusou a fazer esse trabalho, mas como os haviam enviado para isso resolveu levar Priscila logo para o hospital.

Ao chegarem ao hospital, Dona Florinda sai da ambulância desesperada com um cachorro nos braços. Dr. Carlos ficou a olhando perplexo, esperando sair mais alguém do carro, mas ninguém sai; é exatamente nesse momento em que todos entendem que Priscila é o nome da cadelinha tão querida de D. Florinda, o doutor Carlos irritado diz:

-Acho que você ligou para o lugar errado. É melhor você ligar paro o doutor Pet!

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