
São chamados de determinados substantivos,como:
Eles podem acontecer em sua casa, trabalhos, em bancos, restaurantes e até mesmo em um dia ensolarado, em uma calçada qualquer. É interessante notarmos os diferentes tipos de assaltos e suas estratégias. A preferência,para serem praticados esses atos,são pessoas que possuem cabelos grandes, onde facilita puxar os cabelos, não gostam de mulheres com guarda-chuvas,pois ajuda a vítima a escapar.
Esse tipo de ato é praticado com frequência por jovens que moram em comunidades pobres,mais os de classe média e até os ricos praticam assaltos, muitas vezes por diversões, bebedeiras e efeitos químicos.
Outro dia ia eu caminhando pela rua quando, discretamente, me veio aquela cena: um garoto, mais ou menos de quartoze anos, passou correndo e puxou a bolsa de uma senhora de idade. E ai fiquei pensando comigo mesma:-Porque será que esse garoto teve essa atitude?
No dia seguinte pela noite, me veio aquela imagem do garoto correndo com a blusa branca manchada de graxa,o short sujo e de pé descalço com a bolsa na mão. Logo em seguida, me veio a senhora,gritando:-Roubaram a minha bolsa.,E aquelas palavras fluíam fortemente várias vezes em minha cabeça.
Na mesma hora, peguei o telefone liguei para uma amiga para comentar o que me perturbava.-Alô,Cristina está? Eu disse. Então aquela voz:-Sim, pode falar amiga. Disse ela. A partir daí, comecei a expor, o que tinha visto e desabafar toda a minha dor pela aquela senhora e pelo garoto.
Minha visão era de extrema pobreza e injustiça sobre aquele garoto. Já a senhora, de desrespeito, a alguém que não pode ser defender. Mas pensei:-Porque temos esse mundo?
Indo ao colégio, percebo aquela criança atenta a observar as pessoas que ali passavam. E então tomei coragem para sentar ao seu lado. Então ele olhou para mim e perguntou: -Não vai correr com medo de mim e sim sentar ao meu lado? Respondi:-Não, porque deveria? Ele me fitou e falou:-Sou um marginal,esse é meu rótulo. Olhei bem nos olhos dele e respondi:-Você não é um marginal,você é uma criança como qualquer outra,só não está tendo as mesmas oportunidades na vida que outras possuem.O garoto parou, me olhou firmemente e correu.
No dia seguinte, parei ao sei lado e perguntei:-Porque correu? De imediato o garoto olha para mim e fala:-Fui para casa pensar em que me disse. Eu com olhos saltitantes de felicidade, ao ouvir aquelas palavras, olhei para ele e falei:-Se quiseres,posso te ajudar a perder esse título que te colocaram. O garoto olhou para mim,com os olhos cheios de esperança,e me disse:-Claro,que eu quero.
A partir desse dia,comecei a ajuda-lo.
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